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FAQ's

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  1. Tenho uma água que apresenta valores de pH baixo e alguns microrganismos a 22 ºC e a 37 ºC, que solução recomendam?


  2. As análises efectuadas à água, revelaram que esta possuí um pH baixo e que os nitratos excedem o valor recomendado por lei. Que tipo de tratamento recomendam?


  3. CLORO: Porquê estar preocupado(a)?

  4. METAIS PESADOS em Águas: o que são e serão prejudiciais?

  5. A minha água contém um elevado nível de nitratos, devo estar preocupado(a)?

 

 



  1. Tenho uma água que apresenta valores de pH baixo e alguns microrganismos a 22 ºC e a 37 ºC, que solução recomendam?


    A Ecovitae, Lda propõe resolver este problema com o equipamento Iron Remover AF – IR – 40 com um composto de 2 Medias distintos para a regulação do PH.

    Media A8011- Corosex® feito de magnésio duro especialmente processado, para neutralização da acidez da água.
    Media A8006 - Birm® é um media eficiente e económico para a redução de compostos de ferro.

    A montante do equipamento AF-IR-40, devem ser colocados os seguintes filtros:

    FCPNN50M – Equipado com membrana de nylon para remover partículas e sedimentos até 50 µm. Cartucho lavável para se poder usar diversas vezes.
    FCPS20 - Cartucho de espuma de Polipropileno remove areias, sedimentos e ferrugem, superiores a 20 µm. Duração média 8000 litros.

    A jusante do equipamento AF-IR-40, devem ser colocados os seguintes filtros:

    FCCB – Cartucho altamente eficaz que contêm uma mistura granulada de carvão activado. Remove o cloro e outros compostos orgânicos. Duração média 7200 litros.
    FCCERB - Cartucho anti-bacteriano feito da argila cerâmica. Remove até 99.8% das bactérias e cistos até 0.3 µm. Duração média 8000 litros.





  2. As análises efectuadas à água, revelaram que esta possui um pH baixo e que os nitratos excedem o valor recomendado por lei. Que tipo de tratamento recomendam?


    A resolução deste problema passa pela instalação de um equipamento Iron Remover com medias específicos de correcção de pH, eliminação de ferro e remoção de nitratos. Os valores de regulação do pH e remoção de nitratos serão equilibrado para os limites previstos na lei em função do media a utilizar no equipamento.

    Media A8011- Corosex® feito de magnésio duro especialmente processado, para neutralização da acidez da água.
    Media A8006 - Birm® é um media eficiente e económico para a redução de compostos de ferro.
    Media A8031 - Amberlite® é uma resina para remoção de nitritos e nitratos.

    Deve-se colocar 1 pré-filtro de sedimentos lavável à entrada do equipamento, 1 filtro de carvão activado e 1 filtro de media KDF55, para eliminação de bactérias e vírus.





  3. CLORO: Porquê estar preocupado(a)?


    A EPA (Agência de Protecção Ambiental) dos Estados Unidos, declarou que o cloro é um pesticida, pois o único objectivo é matar os organismos vivos. Quando consumimos água contendo cloro, esta destruirá células e tecidos dentro do nosso corpo. O cancro da mama, que já afecta uma em cada oito mulheres na América do Norte, foi recentemente ligado à acumulação de compostos de cloro no tecido mamário. Um estudo realizado em Hartford Connecticut considerou que, "as mulheres com cancro da mama têm níveis de organoclorados (subprodutos da cloração) 50% a 60% mais altos, em seu tecido mamário do que as mulheres sem cancro da mama."
    Estes estudos vieram realçar que até cerca 2/3 da nossa exposição nociva ao cloro é devido à inalação de vapor e absorção cutânea enquanto se toma um duche. Um duche quente abre os poros da pele e permite acelerar a absorção de cloro e outros produtos químicos na água. A inalação é o meio de exposição mais nocivo uma vez que o cloro gasoso (clorofórmio) inalado vai directamente para a corrente sanguínea.

    Quando se bebe água contaminada, as toxinas são parcialmente filtradas pelos rins e sistema digestivo. Os vapores de cloro são conhecidos por serem um forte irritante para o tecido sensível e passagens brônquicas nos pulmões. A inalação de cloro é suspeita de causar asma e bronquite, especialmente em crianças.

    Além de todos os riscos para a saúde relacionados com o cloro nas nossas águas, também é a principal causa do mau sabor e odor de uma água potável. O gosto questionável demove a população da ingestão de água, que só pode resultar num menor grau de saúde.

    A boa notícia é que o cloro é uma das substâncias mais fácil de remover da água. Por essa razão, deveria logicamente servir a sua finalidade, que é a de manter a nossa água livre de bactérias nocivas desde o tratamento na estação até a hora do consumo, onde se deveria então, ser removido por uma filtração doméstica de qualidade.




  4. METAIS PESADOS em Águas: o que são e serão prejudiciais?


    Metais pesados são elementos químicos que apresentam um número atômico superior a 22. Mas a definição mais difundida é aquela relacionada com a saúde pública: metais pesados são aqueles que apresentam efeitos adversos à saúde humana.

    Os metais pesados surgem nas águas naturais devido à contaminação de efluentes industriais de origem em indústrias extrativas de metais, indústrias de tintas e pigmentos e, especialmente, as galvanoplastias. Além destas, os metais pesados podem ainda estar presentes em efluentes de indústrias químicas, como as de produção de compostos orgânicos e inorgânicos, indústrias de couros, peles e produtos similares, indústrias do ferro e do aço, lavanderias e indústria de petróleo.

    Os metais pesados são contaminantes químicos nas águas, pois em pequenas concentrações trazem efeitos adversos à saúde. Desta forma, podem inviabilizar os sistemas públicos de água, uma vez que as estações de tratamento convencionais não os removem eficientemente e os tratamentos especiais necessários são muito caros.

    São conhecidos como os principais metais pesados e que infelizmente são hoje em dia algo falados nos media portugueses, devido ao seu aparecimento em águas para consumo humano,inviabilizado as mesmas. São eles o chumbo, arsénio, alumínio , mercúrio, níquel , zinco, etc…


    Chumbo: O chumbo está presente no ar, no tabaco, nas bebidas e nos alimentos, nestes últimos, por contaminação e na embalagem. Está presente na água devido às descargas de efluentes industriais como também devido ao uso indevido de tintas, canalizações e acessórios à base de chumbo. Constitui um veneno pelo seu efeito cumulativo, provocando um envenenamento crónico denominado saturnismo, que consiste num efeito sobre o sistema nervoso central com consequências bastante sérias.
    O chumbo toma o seu maior efeito em crianças pequenas. Mesmo em níveis muito baixos pode causar redução de QI, dificuldade de aprendizagem e problemas comportamentais, como a hipertensão e um défice de atenção em crianças.

    Nos adultos o chumbo numa água potável causa pressão arterial elevada e reduz a produção de hemoglobina necessária para transporte de oxigénio. A exposição ao chumbo é cumulativa e duradoura.
    Este metal tóxico é armazenado pelo organismo, principalmente nos ossos e dentes. Quando o corpo está sob stress físico, ou deficiente em alguns minerais, o chumbo armazenado é libertado em quantidades variáveis, dependendo do estado físico do indivíduo. Essencialmente, o chumbo tem um efeito muito prejudicial para o sistema nervoso.

    A maior tragédia da contaminação de chumbo na água potável é que é totalmente evitável. Ao tomar algumas medidas simples, com início na filtragem da água potável no ponto de uso, podemos praticamente eliminar os efeitos do chumbo na nossa sociedade, e mais importante sobre as crianças.


    Cádmio: O cádmio apresenta-se nas águas naturais devido às descargas de efluentes industriais, principalmente as de galvanização. Apresenta efeito agudo, sendo que uma única dose de 9,0 g pode levar à morte e efeito crónico, pois concentra-se nos rins, no fígado, no pâncreas e na tiróide.
    Estudos demonstram a possibilidade de causar anemia, retardamento de crescimento e morte. O cádmio ocorre na forma inorgânica pois seus compostos orgânicos são instáveis, além dos malefícios já mencionados, é um irritante gastrointestinal, causando intoxicação aguda ou crónica sob a forma de sais solúveis. A acção do cádmio sobre a fisiologia dos peixes é semelhante às do níquel, zinco e chumbo.


    Arsénio: Traços deste metalóide são encontrados em águas naturais e em fontes termais. É usado como insecticida, herbicida, fungicida e na indústria da preservação da madeira e em actividades relacionadas com a mineração e com o uso industrial de certos tipos de vidros, tintas e corantes. Em moluscos, até 100 mg/Kg, sendo que a ingestão de 130 mg é fatal. Apresenta efeito cumulativo, sendo cancerígeno.


    Mercúrio: As maiores aplicações do mercúrio são em equipamentos eléctricos e em dispositivos de controlo. Este metal também se aplica na agricultura (como fungicida e bactericida), em preparações dentárias, na preparação electrolítica de cloro e alcalis, em fármacos, etc.
    É altamente tóxico ao homem, sendo que doses de 3 a 30 g são fatais. Apresenta efeito cumulativo e provoca lesões cerebrais.


    CURIOSIDADE: Em 1956, pescadores da baía de Minamata, no Japão, começaram a apresentar sinais de intoxicação pelo mercúrio despejado no mar por uma indústria local; surdez, cegueira, falta de coordenação motora, graves lesões neurológicas e morte. A repercussão mundial do facto, só veio a ocorrer em 1972, quando as vítimas passaram a receber indemnizações pelos males sofridos, por força de decisão judicial inédita no Mundo.
    Níquel: O níquel é também utilizado em galvanização. Estudos recentes demonstram que é cancerígeno. O níquel complexado (niquelcianeto) é tóxico quando em baixos valores de pH. Concentrações de 1,0 mg/L desse complexo são tóxicas aos organismos de água doce.


    Zinco: O zinco é também bastante utilizado em galvanização na forma metálica e de sais tais como cloreto, sulfato, cianeto, etc.. A presença de zinco é comum nas águas naturais. O zinco é um elemento essencial para o crescimento, porém, em concentrações acima de 5,0 mg/L, confere sabor à água e uma certa turvação a águas alcalinas.

    Os efeitos tóxicos do zinco sobre os peixes são muito conhecidos, assim como sobre as algas. Entretanto, é preciso ressaltar que o zinco em quantidades adequadas é um elemento essencial e benéfico para o metabolismo humano, sendo que a actividade da insulina e diversos compostos enzimáticos dependem da sua presença. A deficiência do zinco nos animais pode conduzir ao atraso no crescimento.


    Alumínio: O alumínio é o elemento metálico mais abundante na crusta terrestre (8,13 %). Devido à elevada afinidade para o oxigénio, não é costume encontrá-lo como substância elementar mas, sim, em formas combinadas tais como óxidos ou silicatos.

    O óxido que rapidamente se forma à superfície do metal puro torna o metal ideal para muitas aplicações de decoração. É frequentemente utilizado para linhas de transmissão eléctricas. O metal tem também sido utilizado no revestimento de espelhos de telescópio, bem como no fabrico da chamada folha de aluminio, utilizada na embalagem de alimentos.

    Nas águas de abastecimento e residuais, aparece como resultado do processo de coagulação em que se emprega sulfato de alumínio. Existem estudos que o associam à doença de Alzheimer.


    Prata: A prata ocorre em águas naturais em concentrações baixas, da ordem de 0 a 2,0 mg/L. A prata não é tóxica. No entanto, a maior parte dos seus sais são venenosos devido à presença de aniões. Estes compostos são absorvidos pelo corpo e permanecem no sangue até se depositarem nas membranas mucosas, formando um película acinzentada. Esse elemento é cumulativo, não sendo praticamente eliminado do organismo. A dose letal para o homem é de 10g como nitrato de prata.


    Cobre: O cobre ocorre nas águas naturalmente, em concentrações inferiores a 20 mg/L. Quando em concentrações elevadas, é prejudicial à saúde e confere sabor às águas. Segundo pesquisas efectuadas, é necessária uma concentração de 20 mg/L de cobre ou um teor total de 100 mg/L por dia na água para produzirem intoxicações humanas com lesões no fígado. No entanto, concentrações de 5 mg/L tornam a água absolutamente imbebível, devido ao gosto produzido.
    O cobre em pequenas quantidades é até benéfico ao organismo humano, catalisando a assimilação do ferro e seu aproveitamento na síntese da hemoglobina do sangue, facilitando a cura de anemias. O cobre aplicado em sua forma de sulfato de cobre, CuSO4.5H2O, em dosagens de 0,5 mg/L é um poderoso algicida.

    A Eco Vitae recomenda o processo mais eficiente para a remoção de metais pesados, que se baseia na utilização do carvão activado juntamente com o media KDF-55, ou uma ultrafiltração.





  5. A minha água contém um elevado nível de nitratos, devo estar preocupado(a)?


    A ocorrência deste poluente na água pode ter a sua origem da actividade humana, i.e., por contaminação das águas residuais domésticas ou industriais ou através de escorrências em solos onde se pratica agricultura.

    A presença destes compostos numa água funciona como indicador de qualidade sanitária, pois a presença de determinadas espécies azotadas em águas como o azoto orgânico e amónia (NH3+) demostram que essa água foi recentemente poluída constituindo assim um enorme perigo para a saúde pública. Com o passar do tempo e em condições aeróbias, a amónia é oxidada a nitrito (NO2-) e depois a nitrato (NO3-), o que revela uma poluição antiga constituindo menor perigo para a saúde. Mas uma grande quantidade de nitritos pode levar à intoxicação causando metamoglobiménia em crianças e até cancro.

    A Eco Vitae propõe o tratamento destas águas, com os media de remoção de compostos azotados (media A8031 ou A8032).